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Era uma vez um país chamado Eu. Na altura não eram nomes estranhos mas interessantes estes, e os nomes nunca se repetiam de país para país, nem que o indivíduo falecesse. A maioria dos países fazia-se de “amiguinho” dos outros, mas os seus verdadeiros pensamentos eram egoístas e só rezavam para que os outros falecessem. No Ano da Década Milenar Número Secular (ADMNS), houve uma grande explosão num país chamado Mundo. Este era grande, enorme e gigante mas desfez-se todo devido a essa misteriosa explosão. Era estranho e sinistro aquele acontecimento até porque o Mundo não tinha inimigos, era imóvel e concentrado e era sobretudo dotado de solidão eterna e fantasmagórica. Consta-se por aí que o Mundo sentia várias vezes dores de barriga. Uns dizem que era de gases aprisionados, outros que seria a chegada da “Dona Morte” à sua presença, isto é, chegara a sua vez...não é importante. O que interessa é que o Mundo explodiu. Por conseguinte os seus estilhaços espalharam-se por todo o espaço universal e mundial de aberturas fechadas com larvas corrosivas, que originaram novos cidadãos universais do espaço aflito que estava arrasca devido à concentração do Mundo, o qual já não aguentava o peso de viver solitário e blá, blá, blá. No aniversário do (ADMNS) Ano da Década Milenar Número Secular, uma incógnita penetrou e infiltrou-se no universo. Esta incógnita era um mini-país igualmente prejudicial como as bactérias. Dizia-se até que tamanha coisa se denominava de “Vírus Maléfico”. O Vírus Maléfico funcionou como que um accionador químico de vapores atmosféricos que se juntou a um vapor incógnito dos países existentes. Lembra-se que estes países surgiram, ou são os estilhaços do Mundo. Quando a incógnita e o vapor incógnito se encontraram deu-se uma enorme explosão. (Alerta-se para que nunca ninguém esqueça que este é o aniversário da única e primeira explosão que aconteceu no universo espacial da fantasia cósmica e blá, blá, blá...). Não houve chamas, mas apenas fumo. A fusão dos vapores originou mais um país, mas claro, deixando os restantes intactos. Todos vinham espreitar o acontecimento estranho e único universalmente, que eles alguma vez tinham presenciado e que os próprios denominaram de calamidade. Todos viram aquele acontecimento. Todos viram Eu nascer. Eu era um país alegre e mau humorado, era um país de contrastes, de contradições ou poderíamos mesmo chamar de extremos. O negativo e o positivo. Nenhum dos países restantes percebeu aquele fenómeno e apenas comentavam maliciosamente e hipocritamente com grande raiva. Eu era bonito e por mais estranho que pareça eu era feio. Eu era egoísta e simpático e por vezes apático, tinha um olhar sinistro mas belo feiticeiro, corria como uma chita e com a elegância de um Tigre, mas descansava como uma Preguiça despreocupada com o tempo. Eu era lixado porque matava uns, e salvava outros. Eu era a revolução naquele universo de países estilhaçados. Eu aparecera com o máximo dos objectivos, igualar a ausência do pai de todos os outros países. Substituir o Mundo. Quando Eu não existia, todos falavam mal nas costas uns dos outros. Devem ter caído no esquecimento de que outrora eram um só. Mas Eu aparecera. Eu aparecera para mostrar ao Mundo que era capaz de fazer melhor do que ele. Eu não diferia os pretos dos brancos ou negros e pulas, ou amarelos e vermelhos, castanhos, feios ou bonitos. Eu era a justiça mais justa daquele universo. Eu era a lei. Eu mandava em todos os acontecimentos que rodavam à volta de todos os países. Infelizmente o Mundo não era assim, e Eu, tivera de aparecer para remediar e criar aquilo que jamais existira, ou destruir aquilo que mais à sociedade afligira. Anos passaram, Eu governara. A justiça dominou e todos se sentiram em paz, tudo isto porque apenas para substituir o Mundo...Eu nascera.
Ismael Caliano
Era uma vez um país chamado Eu. Na altura não eram nomes estranhos mas interessantes estes, e os nomes nunca se repetiam de país para país, nem que o indivíduo falecesse. A maioria dos países fazia-se de “amiguinho” dos outros, mas os seus verdadeiros pensamentos eram egoístas e só rezavam para que os outros falecessem. No Ano da Década Milenar Número Secular (ADMNS), houve uma grande explosão num país chamado Mundo. Este era grande, enorme e gigante mas desfez-se todo devido a essa misteriosa explosão. Era estranho e sinistro aquele acontecimento até porque o Mundo não tinha inimigos, era imóvel e concentrado e era sobretudo dotado de solidão eterna e fantasmagórica. Consta-se por aí que o Mundo sentia várias vezes dores de barriga. Uns dizem que era de gases aprisionados, outros que seria a chegada da “Dona Morte” à sua presença, isto é, chegara a sua vez...não é importante. O que interessa é que o Mundo explodiu. Por conseguinte os seus estilhaços espalharam-se por todo o espaço universal e mundial de aberturas fechadas com larvas corrosivas, que originaram novos cidadãos universais do espaço aflito que estava arrasca devido à concentração do Mundo, o qual já não aguentava o peso de viver solitário e blá, blá, blá. No aniversário do (ADMNS) Ano da Década Milenar Número Secular, uma incógnita penetrou e infiltrou-se no universo. Esta incógnita era um mini-país igualmente prejudicial como as bactérias. Dizia-se até que tamanha coisa se denominava de “Vírus Maléfico”. O Vírus Maléfico funcionou como que um accionador químico de vapores atmosféricos que se juntou a um vapor incógnito dos países existentes. Lembra-se que estes países surgiram, ou são os estilhaços do Mundo. Quando a incógnita e o vapor incógnito se encontraram deu-se uma enorme explosão. (Alerta-se para que nunca ninguém esqueça que este é o aniversário da única e primeira explosão que aconteceu no universo espacial da fantasia cósmica e blá, blá, blá...). Não houve chamas, mas apenas fumo. A fusão dos vapores originou mais um país, mas claro, deixando os restantes intactos. Todos vinham espreitar o acontecimento estranho e único universalmente, que eles alguma vez tinham presenciado e que os próprios denominaram de calamidade. Todos viram aquele acontecimento. Todos viram Eu nascer. Eu era um país alegre e mau humorado, era um país de contrastes, de contradições ou poderíamos mesmo chamar de extremos. O negativo e o positivo. Nenhum dos países restantes percebeu aquele fenómeno e apenas comentavam maliciosamente e hipocritamente com grande raiva. Eu era bonito e por mais estranho que pareça eu era feio. Eu era egoísta e simpático e por vezes apático, tinha um olhar sinistro mas belo feiticeiro, corria como uma chita e com a elegância de um Tigre, mas descansava como uma Preguiça despreocupada com o tempo. Eu era lixado porque matava uns, e salvava outros. Eu era a revolução naquele universo de países estilhaçados. Eu aparecera com o máximo dos objectivos, igualar a ausência do pai de todos os outros países. Substituir o Mundo. Quando Eu não existia, todos falavam mal nas costas uns dos outros. Devem ter caído no esquecimento de que outrora eram um só. Mas Eu aparecera. Eu aparecera para mostrar ao Mundo que era capaz de fazer melhor do que ele. Eu não diferia os pretos dos brancos ou negros e pulas, ou amarelos e vermelhos, castanhos, feios ou bonitos. Eu era a justiça mais justa daquele universo. Eu era a lei. Eu mandava em todos os acontecimentos que rodavam à volta de todos os países. Infelizmente o Mundo não era assim, e Eu, tivera de aparecer para remediar e criar aquilo que jamais existira, ou destruir aquilo que mais à sociedade afligira. Anos passaram, Eu governara. A justiça dominou e todos se sentiram em paz, tudo isto porque apenas para substituir o Mundo...Eu nascera.
Ismael Caliano
Universo esta interligado, nas energias positivas e negativas..
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